O ministro Celso de Mello, o decano do Supremo Tribunal Federal (STF), já lera mais da metade do seu voto quando o ex-presidente Lula desceu para a garagem do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo. Sem ninguém ao seu lado, além do segurança, e exibindo a fisionomia bastante cansada, Lula embarcou no carro e seguiu para o apartamento dele, a poucos quarteirões dali. Passara as últimas 10 horas no prédio de quatro andares que abriga a sede da entidade da categoria. Àquela hora da noite em que Lula saiu sem ser visto, alguns militantes com camisetas vermelhas, integrantes do MST, duas senhorinhas com os casacos do uniforme laranja da Petrobras e outros resistentes eram o público que sobrara no Sindicato. No último andar, no restaurante, poucas mesas reuniam sindicalistas a discutir e, principalmente, a tentar entender o que acontecera. Jornalistas que estiveram por lá desde a hora em que Lula chegou no final da manhã relatam que, mais cedo, quando havia expectativa ...
Deficientes, não manipulados, fazem manifestação para pedir respeito por seus direitos. Falando sério . Houve um tempo em que os Políticos olhavam orgulhos por cima das cabeças dos portadores de deficiência, fingindo não saber de nossa existência. Hoje somos mais de vinte por cento da população, em parte por culpa deles. Certo é que o milagre se fez, e hoje, somos carregados e disputados a peso de ouro pelos Políticos. Está é a multiplicação da hipocrisia. Dentro deste submundo de hipócritas, há um lugar especial para os Políticos que são deficientes, e, que exploram a dor das mães de crianças que tem deficiência, a boa fé dos amigos das pessoas deficiente e os próprios deficientes; gente, como a gente. Falando sério: se os vereadores que são deficientes, da Câmara de Vereadores de Belo Horizonte, se eles estão trabalhando, e se são competentes, então por que, depois de tantos anos ocupando espaço; lá, os portadores de deficiência ainda estão esmo...
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